terça-feira, 5 de julho de 2011

Meia noite em Paris


Woody Allen, genial como sempre, traz uma mensagem clara no filme Meia noite em Paris: o passado só nos apetece tanto porque é um ideal e porque o presente é uma droga, uma vez que é no presente que estão os problemas com que temos que lidar. Essa mensagem fica bem clara no filme.
Meia-Noite em Paris é um filme muito romântico e Woody Allen soube dosá-lo a uma comédia romântica com um toque surrealista e drama. Uma verdadeira declaração de amor. A Paris, à literatura e à cultura, em geral.
Gil Pender (Owen Wilson) e sua noiva Inez (Rachel McAdams) estão passando férias em Paris, acompanhados dos pais dela, e aproveitando para acertar alguns detalhes do casamento vindouro. Gil, maravilhado com a cidade luz, ainda nutre um forte sentimento de saudosismo/nostalgia em relação à década de 20, especialmente em Paris, que na época abrigou por um tempo, a grande elite intelectual da época, gente do calibre de Ernest Hemingway, Scott Fitzgerald, Pablo Picasso e muitos outros.
Neste filme, podemos passear por uma Paris dos anos 20 e vivenciar o figurino deste tempo e os mais consagrados artistas do último século, das mais diversas áreas.
E m determinado momento, me senti na pele do Gil e me arrepiei só de pensar na experiência mágica de sentar em um café parisiense na companhia de Dalí, Man Ray e Buñel.

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